Limites nos relacionamentos: por que dizer “não” pode ser tão difícil?
Limites nos relacionamentos: por que dizer “não” pode ser tão difícil?

Limites nos relacionamentos: por que dizer “não” pode ser tão difícil? Dizer “não” parece simples. Mas, para muitas pessoas, colocar limites em um relacionamento pode despertar culpa, medo, ansiedade e até a sensação de estar fazendo algo errado. Você já concordou com algo que não queria apenas para evitar uma discussão? Já aceitou um pedido por medo de decepcionar alguém? Ou deixou de expressar o que sentia para não correr o risco de perder uma relação? Aprender a estabelecer limites não significa deixar de amar, se importar ou estar disponível para quem faz parte da nossa vida. Significa reconhecer que também temos necessidades, desejos, limites e escolhas que precisam ser respeitados. O que são limites nos relacionamentos? Limites são formas de comunicar ao outro aquilo que é confortável ou não para nós, o que podemos oferecer e aquilo que não conseguimos ou não queremos oferecer. Eles podem aparecer em diferentes situações: dizer que precisa de um tempo sozinho; não aceitar determinadas formas de tratamento; estabelecer limites com familiares; comunicar o que espera de uma relação; recusar um pedido sem precisar se justificar excessivamente; preservar seu tempo e sua energia; dizer quando algo ultrapassou seus limites. Ter limites não significa controlar o comportamento do outro. Significa reconhecer até onde vai a nossa responsabilidade e onde começa a responsabilidade do outro.
Este conteúdo tem caráter informativo e educativo. Ele não substitui uma consulta, avaliação, diagnóstico ou acompanhamento individual com profissional qualificado. Para orientações específicas sobre o seu caso, entre em contato com o profissional responsável pelo artigo.
Sobre o autor
Thanille Castro Santos
Ofereço um espaço de escuta, acolhimento e cuidado psicológico, respeitando o tempo e a singularidade de cada pessoa. Posso ajudar você a compreender e lidar melhor com: • Processos de luto e perdas; • Mudanças e momentos de transição; • Ansiedade, inseguranças e dificuldades emocionais; • Relacionamentos e conflitos; • Sobrecarga emocional e dificuldades do cotidiano; • Autoconhecimento e desenvolvimento pessoal; • Ressignificação de experiências e fortalecimento emocional
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