Maternidade real: quando amar muito também cansa
A maternidade pode ser uma das experiências mais bonitas da vida — e ainda assim ser cansativa, contraditória e desafiadora. Uma coisa não anula a outra.

A maternidade pode ser uma das experiências mais bonitas da vida — e ainda assim ser cansativa, contraditória e desafiadora. Uma coisa não anula a outra.
É possível amar profundamente um filho e sentir saudade de quem você era antes dele.
É possível agradecer pela maternidade e, ao mesmo tempo, desejar algumas horas sozinha.
É possível estar feliz e exausta. Orgulhosa e insegura. Realizada e, em alguns momentos, completamente perdida.
O problema começa quando acreditamos que uma boa mãe precisa dar conta de tudo, o tempo todo, sem reclamar, sem se cansar e sem precisar de ajuda.
Não precisa.
Você não deixa de ser uma boa mãe porque perdeu a paciência. Não ama menos porque precisa de espaço. Não é egoísta porque deseja cuidar de si.
A mãe também precisa ser cuidada.
Porque, antes de ser mãe, existe uma mulher. Com sonhos, necessidades, limites, desejos e uma identidade que continua existindo.
Talvez a maternidade não precise ser perfeita.
Talvez precise apenas ser real, possível e humana.
E você não precisa desaparecer para ser uma boa mãe.
Este conteúdo tem caráter informativo e educativo. Ele não substitui uma consulta, avaliação, diagnóstico ou acompanhamento individual com profissional qualificado. Para orientações específicas sobre o seu caso, entre em contato com o profissional responsável pelo artigo.
Sobre o autor
Angeliane Dias Tavares
Posso te ajudar a compreender seus pensamentos, acolher suas emoções e transformar padrões que estão te fazendo sofrer. No processo terapêutico, podemos trabalhar questões como: Meu objetivo é oferecer um espaço de acolhimento, reflexão e construção de novas estratégias, para que você possa lidar com a vida de uma maneira mais saudável e consciente. 💜
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